Animais

Massimo

Massimo

Coluna diária sobre os bastidores da política e acontecimentos diversos na cidade.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Para pensar:

“Antes de ter amado um animal, parte da nossa alma permanece desacordada.”

Anatole France

Para refletir:

“A compaixão pelos animais está intimamente ligada a bondade de caráter, e quem é cruel com os animais não pode ser um bom homem.”

Arthur Schopenhauer

Animais

Nova Friburgo foi confrontada neste fim de semana com uma cena chocante, quando dois cavalos foram mortos por asfixia, enforcados numa árvore às margens da Estrada Cascatinha-São Lourenço.

Uma situação absurda, inadmissível sob todos os aspectos, e que não pode ficar impune.

Punição exemplar

É preciso que os responsáveis respondam por este crime, e paguem por ele, não apenas para que algo semelhante não volte a se repetir, mas também para que comecemos a amenizar a enorme carga de sofrimento imposta a muitos animais em situação semelhante, que continuam sobrevivendo em meio a um calvário contínuo, invisível e silencioso.

O tratamento que reservamos a estes inocentes parceiros de jornada expõe, sem anestesia, o nosso profundo atraso enquanto sociedade.

Tolerância zero

A coluna está aberta a ouvir qualquer pessoa que tenha informações verídicas a respeito deste ou outros episódios de maus tratos a indefesos, sejam eles animais ou pessoas, sempre se dispondo a preservar a fonte.

É preciso que todos nos unamos contra a barbárie.

Tolerância zero a esse tipo de comportamento.

Comissões (1)

Conforme a coluna já registrou em outras oportunidades, a sessão desta terça-feira, 12, em nossa Câmara Municipal será de grande importância, pois definirá as composições das comissões permanentes da casa para o exercício de 2019.

Até onde a coluna foi capaz de apurar, o cenário não deve sofrer grandes mudanças em relação ao ano que passou.

Comissões (2)

Afinal, nenhuma reunião foi convocada com este propósito, e nos bastidores muitas mãos já foram apertadas.

Ao que parece, salvo um ou outro conflito de interesses, a divisão ao longo desta legislatura foi muito bem-feita e a maior parte das forças diplomáticas parece atuar no sentido de manter tudo como está.

Logo veremos.

Exemplo?

Aconteceu na manhã desta segunda-feira, 11.

Três pessoas aguardavam na faixa de travessia de pedestres em frente à Catedral São João Batista, até que o motorista de um carro empresarial parou, na pista central.

As pessoas então começaram a atravessar, sem perceber que um outro motorista, de forma bastante irresponsável, vinha em alta velocidade pela pista da direita, às margens da Praça Dermeval Barbosa Moreira, aparentemente incapaz de fazer uma leitura crítica da situação.

Não dá

No fim das contas o carro acabou freando fortemente, e ninguém se feriu, ainda que por pequena margem.

Até aí o leitor deve estar pensando: “Ah Massimo, mas isso acontece o tempo todo!”.

E é verdade.

O detalhe, no entanto, é que o tal carro que vinha em alta velocidade e por pouco não atropelou três pessoas era da Secretaria de Ordem e Mobilidade Urbana.

Dureza.

Boechat

O jornalismo brasileiro sofreu um duríssimo revés nesta segunda-feira, 11, com a perda do grande Ricardo Boechat.

Este colunista sempre teve como uma de suas referências o trabalho levado adiante por Boechat no jornal O Globo.

Uma notinha nesta coluna, portanto, seria pertinente de qualquer maneira.

Proximidade

O amigo Girlan Guilland, no entanto, lembra que Boechat era descendente de suíços vindos na pioneira imigração de 1819/1820, o que lhe rendia laços familiares com friburguenses.

Além disso, os leitores devem se lembrar do episódio recente em que ele fez duras críticas ao corte de eucaliptos em nossa Praça Getúlio Vargas.

Foi cedo demais e vai fazer muita falta.

Fala, leitor!

“Gostaria de ver anunciado neste pacotão de obras [da prefeitura] a entrega imediata do antigo Porão de Arte; a execução e novo dimensionamento das galerias do centro da cidade para escoamento das águas pluviais (nossos comerciantes, principalmente da Praça Getúlio Vargas, já não aguentam tanto prejuízo); projeto para retirada dos fios suspensos em toda a área central da cidade e as obras de contenção de encosta do bairro Tingly (as obras que constam como feitas lá, na realidade foram feitas dentro de um sítio particular no acesso ao bairro), já que desde o ano de 2011 nada foi feito na localidade.”

A mensagem é assinada por Moura Rodrigues.

Respostas

Os leitores Cristiano Bittencourt, Walter Neto e Rosemarie Künzel identificaram corretamente o Poço Belo, em Boa Esperança, retratado pela coluna em nosso encontro da última sexta-feira, 8.

A coluna dá os parabéns a todos, e convida os demais leitores para que visitem e apreciem esta preciosidade de nosso patrimônio natural.

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