Elogios ao prefeito Amâncio Azevedo

Há 50 anos

Há 50 anos

Coluna que mostra o que foi notícia em A Voz da Serra 50 anos atrás.

sexta-feira, 19 de abril de 2019

Edição de 20 e 21 de abril de 1969

Pesquisado por Guilherme Alt

Manchete

  • O prefeito Amâncio Azevedo recebeu durante a semana que se finda, as mais elogiosas referências pela substancial e expressiva mensagem-relatório que encaminhou ao Legislativo, constando as atividades de todos os órgãos do Executivo Municipal, durante o exercício de 1968.
  • Nosso Aniversário - Sobre a nossa mesa de trabalho chegam algumas centenas de carinhosas mensagens que vimos recebendo pelo transcurso do aniversario de 24 anos de A VOZ DA SERRA, ocorrido no último dia 7. Repetem-se, assim, gestos de carinho dos nossos verdadeiros amigos. Nestes momentos é que podemos avaliar como agrada a distinção, como cala em nós, o sermos lembrados e distinguidos com estímulos e encorajamentos, já que nada, absolutamente nada mais que sobreleva em nossa meta. Muito obrigado.
  • Exemplo dignificante -  “Ao assumir o governo do município o senhor Amâncio Azevedo, encontrou a despesa do funcionalismo ultrapassando o teto estabelecido pela Constituição, que é de até 50% do orçamento, vez que a prefeitura gastava 58% aproximadamente. Hoje a municipalidade, face a política de austeridade, depende com os funcionários 3163%, o que significa afirmar que talvez seja uma das únicas prefeituras que vem combatendo os excessos de despesa com seu pessoal”.
  • Confraria dos gastrônomos em Friburgo - Acompanhados do seu dirigente, o deputado Edgard de Almeida, virão a Friburgo os componentes da Confaria dos Gastrônomos, entidade que congrega os gourmets e incrementa pesquisas, coleta e a sistematização de tudo o que se refira a culinária. O encontro será do Empire Hotel.
  • Chega a Friburgo a casa de tecidos Lealtex que vai servir à região. Na parte principal da cidade, em frente à futura rodoviária.
  • Padre ganha salário mínimo e Igreja suspende a cobrança de sacramentos   
  • Calcáreo trará progresso a São Sebastião do Alto
  • Governador Geremias de Mattos Fontes ajuda o município de Sumidouro  

Pílulas:

  • O engenheiro Luiz Vitor D’Arinos, acaba de ser empossado no cargo de Chefe de Gabinete Civil do governador Geremias de Mattos Fontes, que o apresentou como um “técnico forjado na escola de civismo, amadurecido no trabalho da engenharia, com a visão ampliada pelos estudos e pesquisas no campo da economia.” E assim sendo, no que acreditamos piamente, a substituição do “todo poderoso”, mais ainda robustece o governo e o povo fluminense.
  • Continua cada vez mais desprestigiado o título de “Cidadão Friburguense”, já que dentre algumas rosas agraciadas com o mesmo, a maior parte dos contemplados, estão muito longe de merecer um laurel de tanta significação. Imagine que, pelo fato de ter convidado um ilustre vereador para o seu gabinete, e, diante da recusa, deixou ao recusante o direito de indicar um seu correligionário, o que foi feito, repetimos, tome lá a proposta de comenda em benefício do engenheiro Eduardo Barbosa Cordeiro, secretário de Obras da administração estadual.
  • Em contrapartida na mesma Câmara está em andamento a proposição que considera cidadão friburguense, o industrial Max George Cleff, nome que está ligado ao progresso da nossa indústria, há mais de 30 anos. O engenheiro e capitão de indústria, a quem a cidade realmente muito deve, representa uma legítima glória, que a história fabril friburguense tem que assinalar no seu livro de ouro.

Sociais:

  • AVS registra os aniversários de: Marina Cúrio, Júpiter José Nicolau, Aryosaldo Pecly Ventura, Ana Pinel e Walter Saldanha (21), Juracy Gripp, Wilson Lugon, Maria Bonan e Francisco Santos (22), Mônica Neves (23), Antônio Vanzilotta, Max Kunzel, Rudolf Ihns e Honório Portella (24), Mathilde Meyer e Katia Fabris (25), George Henze e Celisa Perçu (27).

Coluna

  • Em “Nova Friburgo na Sociedade”, W. Robson assina “Amém”. Um amigo comum, certo dia, considerou-nos quase ateu, com passaporte já visado para as profundezas do inferno tão somente, por não nos ver diariamente na igreja. Foi além, negando-nos os direitos de, em nossas crônicas falar de Deus e em todos os santos. Não o replicamos de imediato, por encontrar-se acompanhado da esposa e de filhas mocinhas. Se assim procedêssemos, estaríamos incorrendo no mesmo ato indelicado frente ao mesmo espelho da inconveniência. Agora, porém, achamo-nos, em nossa casa jornalística. Em forma de janela. Abrimos esta coluna para afirmar ao super religioso que temos outra percepção sobre o assunto. Para nós, ser católico não é se enclausurar nos fechados Templos e desfiar como os autônomos intermináveis rosários, assim como as vovós fazem crochê, sem contar os pontos, numa doentia obsessão de religiosidade.
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