Guilherme Alt

Força, glória e tradição

Guilherme Alt é jornalista, colunista e comentarista, além de apaixonado pelo fluminense

Um rolo compressor passando pelo Maracanã. Assim foi o Fluminense ontem. Rápido, eficiente, mortal e cruel. Nem com “Pai Nosso” a Católica de Quito conseguiria parar a cruzada tricolor rumo à classificação. Próximo jogo é na altitude e eu já to como? Fechado com João de Deus!

Eis as notas:

Julio César:

Leia mais

Ainda estou em lua de mel com o Fluminense. Talvez por conta do incrível final de semana de frio, vinho e comida maravilhosa. A cereja do bolo foi o pontinho conquistado fora de casa. Mas Guilherme, você está louco? Fluminense jogou mal, teve falha de quase todos os jogadores, a atuação foi péssima, por que você comemora o empate, vocês me perguntam? Porque temos que enxergar a taça de vinho meio cheia, amigos.

Leia mais

O Fluminense venceu e não tomou gols. Essa deveria ser a manchete de todos os jornais do mundo. Eu não via uma atuação dessas há muito tempo. Não só por golear e não tomar gols, mas porque o time foi pra cima, atacou o tempo todo e deu gosto ver o Abelão dando esporro no time, com o placar já confirmado, no final do jogo. Que homem!

Abel, eu vivo um caso de amor e ódio com você. O Fluminense voando em campo, cheio de malemolência, atacando o jogo inteiro, goleando e você coloca Marquinho? Era pra equilibrar a partida? Assim fica difícil de dar nota 10.

Leia mais

O Fluminense dos bons e velhos tempos voltou. Pelo menos  no jogo de ontem contra o Galo. Ontem foi uma mistura de 2009 com 2012. O time quase fez valer o meu bom e caro plano de saúde. Sofri umas pontadas no coração, mas tudo bem, gente. Sigo em frente. Nada que já não tenha acontecido antes. Ou melhor, em todos os jogos do clube.

Leia mais

Calma, tricolores. Muita calma. No jogo de ontem, tudo ocorreu na mais perfeita normalidade dentro de uma realidade a que já estamos acostumados, infelizmente. O elenco do Fluminense é limitado e, enquanto não tivermos contratações para reforçar o time, por vezes, o que aconteceu ontem será o reflexo dessas limitações.

Leia mais

Antes de ler esse texto, coloque “Eu e você sempre”, do Jorge Aragão, no YouTube, aperte o play e vem comigo.

Constrangedor. Absolutamente constrangedor o time do Fluminense, ontem. Era melhor ter ido ver o filme do Pelé. Nem as cidades brasileiras sofrem tanto apagão quanto esse elenco. Primeiro tempo desastroso.

Leia mais

Perdemos. Mas perdemos jogando bem. Perdemos entrando em campo com a desvantagem, perdemos lutando por cada bola, comemorando cada lateral, cada desarme, o gol no início do jogo. Mas perdemos.

Um final triste pra um time que merecia a glória de um troféu desmerecido pela federação carioca. Os melhores clubes fizeram a final. Alguém tem que ser campeão. Dessa vez, foi o Império do Mal.

Leia mais

Nada me tirava a certeza da classificação de ontem. Principalmente depois da notícia de que o Osvaldo está de malas prontas. A bênção, João de Deus. Ele escutou as minhas preces.

Osvaldo é um triatleta. Pedala, corre e NADA. Eu achei que depois do Rhayner o Fluminense tinha tomado vergonha na cara e parado de contratar jogadores que não sabem exercer sua principal função. Me enganei. Acho que o clube deve ter um departamento de serviço social, filantropia, porque só isso justifica a contratação desses “jogadores”.

Leia mais

Acordei no sábado com apenas uma certeza: hoje tem vitória. E não deu outra. Uma semana após a Páscoa, o time do Fluminense voltou a distribuir chocolate. Quarta-feira foi o Goiás, sábado a vítima foi o Vasco. O time cruzmaltino parecia sofrer de diabetes, porque era nítido que a nau vascaína estava prestes a afundar, mais uma vez.

Leia mais

O Fluminense precisou de apenas 16 minutos pra passar o rolo compressor em cima do Goiás. Sim, caros leitores, rolo compressor. Invejosos vão dizer que o Fluminense enfrentou dificuldades, mas foi a dificuldade que enfrentou o Fluminense.

No primeiro tempo, a esquadra tricolor fez o que sabe fazer de melhor: deu emoção ao jogo. Como? Perdeu gols incríveis, cedeu contra-ataques mortais ao adversário e desperdiçou pênalti. Mas tudo foi friamente calculado.

Leia mais