Novos valores

Antônio Fernando

Blog do Antônio Fernando

Friburguense, jornalista, 65 anos, taurino e vascaíno. Antônio Fernando atuou em diversos veículos de Nova Friburgo e atualmente é redator das colunas Radar e Impressões onde ele deleita o leitor de A VOZ DA SERRA com suas visões peculiares sobre o mundo.

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Novos valores

Os aposentados e os pensionistas que recebem mais de um salário mínimo terão reajuste de 2,07%, informou o Ministério da Fazenda. A portaria com o aumento foi publicada no Diário Oficial da União. O reajuste equivale à variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) em 2017, anunciado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice, que mede a variação de preços para famílias que ganham de um a cinco salários mínimos, registrou variação menor que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que fechou o ano passado em 2,95%. 

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Com o reajuste, o teto das aposentadorias e pensões da Previdência Social sobe de R$ 5.531,31 para R$ 5.645,80. Quem recebe benefícios que equivalem ao salário mínimo, que passou de R$ 937 para R$ 954, terá reajuste menor, de 1,81%.

Contratos de aluguel

O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M), usado no reajuste de contratos de aluguel, registrou taxa de inflação de 0,75% na primeira prévia de janeiro deste ano.

A taxa é ligeiramente mais alta do que a anotada na primeira prévia de dezembro (0,73%), segundo a Fundação Getúlio Vargas. Em 12 meses, o IGP-M acumula deflação (queda de preços) de 0,41%.

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A alta da taxa foi influenciada pelos preços no atacado, medidos pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo, cuja inflação subiu de 0,96% em dezembro para 1,03% em janeiro. O Índice de Preços ao Consumidor, que analisa o varejo, manteve a mesma taxa de inflação nos dois períodos: 0,30%.

Ruralistas comemoram

Após a sanção com vetos do projeto de lei que concede descontos para produtores rurais quitarem suas dívidas, a deputada federal Tereza Cristina, do Mato Grosso do Sul, relatora da proposta na Câmara, considerou positivo o resultado da negociação, mas defendeu a derrubada do veto do presidente Michel Temer ao perdão integral das multas decorrentes dos débitos. Já a Frente Parlamentar da Agropecuária, que representa a bancada ruralista no Congresso Nacional, comemorou os benefícios mantidos pela lei, entre eles o que reduz o pagamento à vista para produtores que aderirem à renegociação.

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A parlamentar também considerou injusto o veto de Temer à redução das contribuições dos empregadores à Previdência, que, de acordo com o projeto de lei original, diminuiria de 2,5% para 1,7%, da receita proveniente da comercialização dos produtos. No entanto, elogiou o “grande avanço” de se permitir ao produtor rural optar por contribuir com a seguridade social sobre a folha de salários ou sobre a receita bruta de sua produção.

Recuperação econômica

 O Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão disse em nota que o resultado da inflação de 2017 mostra que o país pode dar continuidade ao processo de recuperação do crescimento econômico em curso.  Segundo a pasta, 2017 "terminou com resultados favoráveis no campo econômico". O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 2,95% no ano passado – menor nível desde 1998 (1,65%).

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"Saímos da maior recessão da nossa história, com dois anos seguidos de queda no PIB (Produto Interno Bruto), voltamos a gerar empregos e a inflação mostrou recuo de maneira significativa", informou o ministério, em nota. "Com a inflação sob controle, o país pode dar continuidade ao processo de recuperação do crescimento econômico em curso gerando empregos e aumentando a renda das famílias", acrescenta o texto.

Produção industrial

A produção industrial subiu em oito dos 14 locais pesquisados de outubro para novembro, segundo os dados da Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Regional, informou o IBGE. Os destaques foram Espírito Santo, que registrou alta de 5,8% nessa comparação com ajuste sazonal, Bahia (+3,5%), Pernambuco (+2,6%) e Minas Gerais (+2,4%). Em contrapartida, Amazonas, Rio de Janeiro e Ceará tiveram taxas negativas em novembro, de 3,7%, 2,9% e 2,3%, respectivamente.

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