Uma semana de filmes suíços gratuitos na Usina Cultural

Cineasta Jean-Théo Aeby vai participar de uma das sessões e oferecer um workshop
terça-feira, 08 de maio de 2018
por Jornal A Voz da Serra
Foto de capa
O cineasta suíço Jean-Théo Aeby (Arquivo pessoal)

Dando continuidade ao extenso calendário de eventos dos 200 anos de Nova Friburgo, começa nesta segunda-feira, 7, a Semana de Filmes de Fribourg, com obras e a presença confirmada do cineasta suíço Jean-Théo Aeby. As exibições gratuitas vão acontecer até a sexta-feira, 11, na Usina Cultural Energisa, na Praça Getúlio Vargas, 55, com classificação etária de 14 a 16 anos, e também na Casa Suíça, em Conquista, distrito de Campo do Coelho.

Organizada pelo Consulado Geral da Suíça no Rio de Janeiro, com apoio do SerraAção, o polo audiovisual de Nova Friburgo e região, a semana vai começar com “Beco dos Bolzes” (2009), às 18h30, no teatro da Usina. O diretor Aeby vai participar da sessão.

Na terça-feira, 8, haverá duas exibições: às 17h, de “Tinguely” (2011) e, às 19h, de “Jo Siffert”(2005). Já na quarta-feira, 9, “A Magia das caças em montanha (Nos dias atuais)” (2015) será exibido às 17h. No dia 10, vai ser a vez do filme “O Herdeiro” (2002), às 18h30. Todos no teatro Usina Cultural.

Também na quinta-feira, 10, haverá uma sessão especial para a exibição do filme “Eu quero cantar de novo” (2014) com apresentação do coral Allons Chanter no teatro da Casa Suíça (Estrada Friburgo-Teresópolis, em Conquista), às 19h30.


Para encerrar a semana, na sexta-feira, 11, acontecerá o workshop “Cinema Artesanal e Expressão: Como produzir” com o cineasta Jean-Théo Aeby, às 17h, na Usina Cultural. Logo após, será exibido o documentário “O Caminho das Vacas” (2010), às 18h30.

Aos 75 anos, Jean-Théo Aeby nasceu em Fribourg, na Suíça. Apaixonado por cinema, ganhou de sua esposa uma câmera Bolex P2, quando começou a realizar seus primeiros projetos cinematográficos independentes, em paralelo com os trabalhos com marketing e publicidade.

Seu primeiro filme surgiu em 2005, após sua aposentadoria, durante uma viagem pela Transiberiana, a ferrovia que conecta a Rússia ao mar do Japão. O artista se dedica mais ao aspecto humano em seus filmes do que à estética. O resultado disto é algo tocante, puro. O público de seus filmes compreende a mensagem, visto que a cada lançamento de seus filmes, elaborados de forma artesanal, obtém boa repercussão.

 

 

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