Terminou a Copa, mas ainda bem que todo dia é dia de rock!

Elizabeth Souza Cruz

Elizabeth Souza Cruz

Surpresas de Viagem

A jornalista-poeta-escritora-trovadora-caçadora de cometas Elisabeth Sousa Cruz divide com os leitores, todas as terças, suas impressões a bordo do que ela carinhosamente chama de “Estação Caderno Light”, na coluna Surpresas de Viagem.

terça-feira, 17 de julho de 2018

Seja em 13 de julho ou nos outros 364 dias do ano, “todo dia é dia de rock”. O Caderno Z é o próprio “Nirvana” musical. Logo no “Editorial”, encontro Phill Collins abrindo o festival de estrelas. O caderno é um verdadeiro “Rock in Friburgo”. Aos dez anos de idade ganhei de papai o meu primeiro LP, de Elvis Presley, e foi como uma iniciação nesse ritmo eletrizante que jamais saiu do meu coração, de moda e muito menos será ultrapassado. Esta semana, conversando com Carlos Rapiso, o contador, que adora ler A VOZ DA SERRA, nós comentávamos a eficiência do “Z” em trabalhar com datas e temas. Esta edição do rock é mais uma para o deleite e arquivo dos leitores.

Na viagem, dou de cara com Gustavo Valladares, filho da minha primeira professora, dona Neusa. Em “O rock nas palavras de um fã”, Gustavo, que é do tempo em que “o vinil reinava absoluto”, vai de Led Zeppelin, passando por Alice Cooper, citando uma constelação de estrelas, sem deixar de enaltecer a “cena atual do rock” aqui na cidade. Em “Impressões”, o registro de que o rock, para a “sociedade americana dos anos 50”, foi considerado como “coisa do diabo”. Se “a semente da rebeldia estava ali”, bem se vê que o diabo já tinha a mente aberta e bom gosto. E como não gostar de uma Banda Zero, que com 35 anos de experiência mantém o foco ainda na juventude.

É hora de sair do “Z”, mas trazendo o rock no coração. Em “Sobre Rodas”, a segunda parte do tema “blindagem” nos traz uma noção de custos para o serviço que não é barato. Mas, para quem precisa de proteção, vale investir em até R$ 75 mil garantindo sua segurança. Contudo, o melhor (e pode ser sonho) seria ter um mundo sem violência, pois, quem não tem blindagem tem que se blindar com a sorte.

Quem pode se blinda; quem não pode se sacode do jeito que der. No atual trânsito agressivo, na disputa de espaços, carros e motos se esbarram e qualquer desatenção pode ser fatal, principalmente para os motociclistas. Na reportagem, os dados mostram que até junho deste ano foram 194 acidentes na cidade, número menor do que o mesmo período no ano passado. Mas, nem por isso, a preocupação deixa de existir.

O frio dos últimos dias espantou os doadores do hemocentro, o que resultou em baixa no estoque de sangue. Afinal, são 13 cidades da região que também recebem o material colhido aqui. Vamos ajudar! E ainda no tema saúde, destaque para a segunda dose da vacina da gripe que está disponível para as crianças até 5 anos que tomaram a primeira dose.

Em “Há 50 anos”, os sindicatos reclamavam sobre a falta de informação do governo federal, que não dava notícias sobre o Plano Nacional de Saúde. A cobrança lançava críticas de que o plano estava sendo preparado “dentro de quatro paredes de mofados gabinetes ministeriais”. Dando um olé no passado, em se tratando de planos e projetos, o presidente atual Legislativo Municipal, vereador Alexandre Cruz, está radiante com a aprovação unânime da Lei Orgânica Municipal, ressaltando que ao tomar posse em 1º de janeiro de 2017 ele “ainda não sabia o que iria criar de novo...”. Eis então a novidade: “uma Lei Orgânica toda revisada, discutida com a sociedade...”.

É nisso que encaixo o Pinçado da Internet que David Massena nos trouxe – “Seja mais águia e menos papagaio”. A águia tem o dom de voar alto, e com isso avistar novos horizontes e abrir espaço para os outros. Enquanto o papagaio, fala, fala, e além de não dizer coisas produtivas, não ousa as grandes obras. Temos certeza de que a nova Lei Orgânica é resultado do voo de muitas águias que acreditam nas possibilidades de uma Nova Friburgo mais nova e feliz para todos.

O Massimo nos brindou com um show de frases com provérbios russos. É filosofia de base, “Cair é permitido, levantar-se é obrigatório”. Nós também curtimos a ideia de o colunista postar os pensamentos russos. Bonita homenagem para a Copa do Mundo, que acabou, mas deixou momentos marcantes que só o Mundial é capaz de produzir. Venceu a França. Vive la République! O Brasil caiu cedo e agora “levantar-se é obrigatório”. Que esse levantar seja em todos os sentidos!

Publicidade
TAGS:
Elizabeth Souza Cruz

Elizabeth Souza Cruz

Surpresas de Viagem

A jornalista-poeta-escritora-trovadora-caçadora de cometas Elisabeth Sousa Cruz divide com os leitores, todas as terças, suas impressões a bordo do que ela carinhosamente chama de “Estação Caderno Light”, na coluna Surpresas de Viagem.

A Direção do Jornal A Voz da Serra não é solidária, não se responsabiliza e nem endossa os conceitos e opiniões emitidas por seus colunistas em seções ou artigos assinados.