Solta o som, DJ, que a nossa energia condensada comanda o espetáculo Vida!

Elizabeth Souza Cruz

Elizabeth Souza Cruz

Surpresas de Viagem

A jornalista-poeta-escritora-trovadora-caçadora de cometas Elisabeth Sousa Cruz divide com os leitores, todas as terças, suas impressões a bordo do que ela carinhosamente chama de “Estação Caderno Light”, na coluna Surpresas de Viagem.

terça-feira, 13 de março de 2018

O Caderno Z dá o comando: “Solta o som, DJ!” Isso parece coisa bem moderna, mas, se voltarmos um pouquinho no tempo, muita gente vai se lembrar que lá pela década de 70, na Rádio Mundial, por exemplo, quem comandava os embalos era um disc jockey. Alguém se lembra de Big Boy – “Hello crazi people!”? A diferença que temos hoje está atribuída aos avanços das tecnologias e Antonio Fernando nos dá ótimas impressões do tempo em que um locutor podia fazer milagres com um long play. Com a evolução das ferramentas tecnológicas, tudo pode o DJ para escolher como deseja atuar, desde os equipamentos ao cultivo de seu próprio estilo e público alvo.

“Ser DJ vai além de apertar um botão e escolher uma música”. No dizer de Luciano Petrillo, “o bom de ser DJ é poder levar alegria às pessoas...”. Saulo Emerick destaca que o DJ precisa ser o “microfone” para interagir com o público. Bruna Petribú confessa que não existe uma “night marcante”, pois “cada lugarzinho é especial de alguma maneira”. Por todos os depoimentos, entendemos que a profissão de DJ, apesar de parecer uma festa, requer disciplina, responsabilidade e disposição para o trabalho.

Ao sair do Caderno Z em “Sobre Rodas”, convenhamos – saímos sempre na certeza de que melhoramos as habilidades na condução de um automóvel. Quem acompanha o professor Madeira, sabe a conexão de uma coluna com a outra. Há sempre alguma coisa para aperfeiçoar e quem garante que já sabe tudo sobre estacionar? É só conferir. Assim, confiantes na direção, vamos seguir para o bairro Nova Suíça, observando a bela foto de Leo Arturius, já imaginando que a criação de bosques no local, em terrenos da prefeitura, há de ser uma grande e significativa empreitada.

David Massena nos brinda com uma joia de Pinçado na Internet, que transcrevemos aqui como uma homenagem ao Dia Internacional da Mulher: “Queriam que ela fosse do lar, mas ela era do ler; com essa liberdade, ela era de onde quisesse ser”. As conquistas femininas estão aí provando que o saber é a ponte que dá passagem para os novos horizontes e nós, mulheres de “antenas”, queremos muito mais da vida.

Em “Massimo”, linda foto do coreto de Lumiar. Entre os leitores que acertaram, Síilvio Poeta não perde uma. Essa brincadeira, volto a dizer, é um jeito agradável de ressaltar e valorizar as belezas de Nova Friburgo e pode até ser incluída com um brinde aos 200 anos. Na verdade, são detalhes lindos, que ficam à mercê de um simples olhar.

Em “Há 50 anos”, que bela manchete: “Hospital Santo Antônio está recuperado”. A notícia, inclusive, classificava o centro cirúrgico como “de primeira categoria”.  Desejamos que essa efeméride possa ser uma constante e se fazer um grande legado para a mesma coluna, no ano de 2068. As novas gerações merecem boas providências.

Falando em futuro, o Editorial nos alerta sobre o ano eleitoral que temos pela frente e o uso das redes sociais como ferramenta de caçar votos. “As campanhas nunca mais serão as mesmas”. Não serão mesmo, porque o eleitor também está mudando. “Os que pretendem vencer estejam sintonizados com os anseios da população”. Mas, será que vamos confiar no atual estilo político brasileiro? Os problemas do povo estão aí, contracenando com a corrupção que desvia verbas, enquanto o verbo da população é se indignar. Estamos no mato sem cachorro – Votar é ruim. Não votar pode ser pior.

Para aliviar as tensões, nada melhor do que o bálsamo envolvente da maravilhosa reportagem sobre Reiki, que Ana Borges nos presenteia. A leitura, por si só, nos acalma. A cardiologista Vânia de Moura Carvalho Mendes, especialista no assunto, nos dá uma ampla visão de como o Reiki  atua. “O poder de cura através das mãos”, como explica a doutora, não requer “fé, religião ou qualquer coisa do gênero”. Já que somos “energia condensada”, todos nós a possuímos. Nesse caso, é uma questão de constatação, que não se precisa crer; ela existe e todos nós a possuímos, naturalmente. Que tal?  Basta desenvolver, experimentar e usufruir. Vamos tentar?

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A jornalista-poeta-escritora-trovadora-caçadora de cometas Elisabeth Sousa Cruz divide com os leitores, todas as terças, suas impressões a bordo do que ela carinhosamente chama de “Estação Caderno Light”, na coluna Surpresas de Viagem.

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