A semana do 11 de janeiro

Wanderson Nogueira

Wanderson Nogueira

Observatório

Jornalista, cronista, comentarista esportivo, já foi vereador e agora é deputado. Ufa! Com um currículo louvável, o vascaíno Wanderson Nogueira atua com garra no time de A VOZ DA SERRA em Observatório, sua coluna diária.

terça-feira, 09 de janeiro de 2018

Hoje é dia

  • do Fico
  • da eleição direta
  • do astronauta
  • do Tratado de Paz e Amizade entre Brasil e Paraguai

O dia

Hoje, 9, é o dia do fico, porque em 1822, com a frase "Como é para o bem de todos e felicidade geral da nação, estou pronto: diga ao povo que fico", Dom Pedro I se recusou a voltar para sua terra natal, Portugal. Este ato do então regente deu maior força ao processo de independência do país.

Observando...

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Palavreando

A dependência de alguém não é um castigo, mas a confirmação de que você existe e Deus lhe percebe na imensa multidão.

A semana do 11 de janeiro

Estava relendo um texto que escrevi há quatro anos. Nele fazia um paralelo em ter o 11 de janeiro e os 200 anos de Nova Friburgo. Nada mudou. O texto continua atual, assim como a minha esperança. O tal novo que lá eu imaginava permanece tímido. Mas otimista que sou, sigo acreditando que algo está em curso.

O fato é que contaremos ano a ano o fim de um tempo e o início de outro. Todo grande impacto tem uma lição. Que lição nós aprendemos com a tragédia climática que feriu a nossa terra e levou centenas de nossos irmãos? Que lição nós aprendemos com a tragédia política que sujou a nossa história e elevou o sentimento de descaso para com as pessoas?

Seguimos aprendendo da única maneira que dá para aprender - errando. Precisamos parar é de repetir os erros. Necessitamos fazer do medo oportunidade para buscar novas formas. Chamar o novo e limar o conservadorismo que nos impede de ver o horizonte.

Enquanto uns veem a calamidade climática e política, vejo o nascer de uma Nova Friburgo, uma nova terra, com novos pensamentos. Mas compreendo que o novo demora a sair. Porque para se mostrar tem que crescer, e, crescido mostrar-se grande diante das velhas práticas que já não falam tão mais alto assim. A sesmaria da Fazenda do Morro Queimado tem que ir na lama com seus pseudos barões que ainda resistem e perpetuam suas práticas. Não pode mais se pagar vaidades com a vida das pessoas. Simplesmente porque não dá mais.

Um novo tempo está nascendo e além daquele 11 de janeiro temos agora os 200 anos. Você precisa responder, assim como eu e todos nós: serão outros 200? Tenho fé e uma fé repleta no ânimo de que a esperança vencerá o medo e de que a vida vencerá o luto com o mantra eu luto!

E é bom que se tenha consciência de que o processo é lento. Poderia ser mais rápido como as revoluções dos livros de história. Mas até as revoluções levam tempo e, raramente são percebidas no seu nascedouro, na sua intenção. Mas que possamos desde já, nesse 11 de janeiro dos 200 anos, respirar a intenção de que serão outros 200. Outros 200 repletos de coragem, de agir com a alma, de entrega com o coração. Alma e coração que gostam de ter papel de vanguarda, e, mais do que prestígio querem felicidade. Nova nos 200, com 200 mil.

Para ser nova mesmo, precisamos, necessitamos de novos pensamentos, pois velhas práticas não fazem uma nova cidade, tampouco um novo tempo!       

Risco de epidemia

O estado do Rio alerta para risco de epidemia de chikungunya neste verão. Por conta das pancadas de chuva diárias e altas temperaturas, a proliferação do mosquito Aedes aegypti, que transmite dengue, zika e chikungunya se torna maior. Mesmo com os baixos números de notificação dessas doenças registrados no ano passado, não está descartada a possibilidade de epidemia.

Plano de contingência dengue

Cerca de três mil casos de chikungunya, quatro mil de zika e dez mil de dengue foram notificados no estado durante o ano passado. A orientação é intensificar as ações de prevenção e evitar a proliferação do mosquito. Por conta da circulação do vírus da dengue, que é o mesmo desde 2011, o maior receio fica mesmo com a chikungunya. Os 92 municípios do estado possuem planos de contingência prontos, com ações de prevenção e assistência estruturados.

Lei Seca diurna

A Lei Seca realizará blitzes diurnas durante o verão. O projeto, que acontece pelo quarto ano consecutivo fará a fiscalização e conscientização nos principais acessos às praias, áreas de lazer e cachoeiras. A coordenação da Lei Seca acredita que a campanha conseguiu diminuir a relação aos hábitos de beber e dirigir à noite, mas isso ainda não acontece durante o dia.

Blitzes no interior

As operações diurnas da Lei Seca serão realizadas em toda a Região Metropolitana do Rio de Janeiro e no interior do estado até fevereiro. As blitzes à noite continuarão sendo feitas normalmente. Durante todo o verão, também serão promovidas ações educativas para alertar a população sobre os riscos de beber e dirigir.

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