Teve bolo

Giuseppe Massimo

Massimo

Coluna diária sobre os bastidores da política e acontecimentos diversos na cidade.

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Para pensar

“Quem mais demora a fazer uma promessa é quem a cumpre mais rigorosamente.”

Jean-Jacques Rosseau

Para refletir

“Nunca se esquecem as lições aprendidas na dor.”

Provérbio africano

Teve bolo

Bom, conforme a coluna já havia antecipado, de fato o Comitê Gestor da Saúde agradeceu pelo convite dos vereadores para que fosse à Casa Legislativa prestar esclarecimentos a respeito de denúncias ou reclamações que ganharam as ruas, e declinou da oferta.

O Massimo não será cabotino: de fato, tem muita gente insatisfeita por aí, e o clima certamente iria esquentar.

Mas...

Ainda assim, é claro que estamos falando aqui de um poder independente, que tem a atribuição (e o dever) constitucional de fiscalizar.

E, a rigor, são muitas as dúvidas bem fundamentadas que precisam ser dissipadas.

Se não para a população diretamente, ao menos a seus representantes legítimos.

Ademais, a experiência profissional indica que é sempre preferível olhar cara a cara e não se esquivar de pergunta alguma.

Indignação

O vereador Professor Pierre - um dos propositores do convite - ficou profundamente indignado com a opção governamental.

Já o presidente da Comissão de Saúde, Wellington Moreira, reuniu-se com parte da direção da pasta e teve acesso a algumas das informações que pleiteava.

Ainda assim, o colunista entende que será feita uma convocação - esta sim, com sérias implicações legais em caso de ausência - para uma reunião a portas fechadas.

A conferir.

Sugestão

O Massimo falou na coluna de ontem, 20, sobre o episódio do uso indevido de carro da Câmara Municipal, e manifestou abertamente suas ressalvas com relação à isenção de alguns dos integrantes do Conselho de Ética da casa, ao menos a esse respeito.

Pois bem, para encerrar por ora este assunto, fica aqui uma sugestão: por que não instalar GPS em todos os carros, e dar logo transparência total ao uso que deles é feito?

E aí, quem será que votaria a favor disso?

No olho do furacão (1)

Noite de quarta-feira, 19, pingou no celular do Massimo uma mensagem.

Era o vereador Isaque Demani, direto da sessão na Câmara dos Deputados, em Brasília, onde se reuniu com parlamentares e assessores em busca de recursos para obras como a duplicação da ponte de acesso a São Geraldo, a construção de uma escola no Terra Nova e a reforma e ampliação da Escola Umbelina Queiroz, no Jardim Califórnia.

No olho do furacão (2)

Antes de retornar a Friburgo, já na quinta-feira, 20, Isaque também fez chegar ao presidente do Congresso Nacional, senador Eunício Oliveira, e à ministra Rosa Weber, do STF, documento emitido em nome da Câmara Municipal manifestando posição contrária à descriminalização do aborto na ADPF nº442.

O leitor deve se lembrar que o Massimo comentou a aprovação deste requerimento dias atrás, e toda a confusão que marcou aquela sessão.

Fumaça (1)

O Massimo volta e meia repete que nem sempre onde há fumaça há fogo.

Comunicador que sai publicando coisas antes de se concretizarem não é jornalista. É moleque.

Por isso, muitas denúncias robustas ficam guardadinhas na gaveta, até que possam ser devidamente apuradas.

O importante não é o furo, mas a credibilidade e o respeito aos leitores.

E aos denunciados também.

Fumaça (2)

Pois bem, acontece que a fumaça já está suficientemente escura e densa sobre determinada repartição municipal, para que a fuligem seja tratada como um fato em si mesmo.

São sérias as denúncias de que determinados espaços públicos estariam sendo alugados de maneira indevida, através de depósito em conta e sem nota fiscal.

O governo já tomou ciência do caso, e ninguém deve se surpreender se nos próximos dias houver nova mudança no primeiro escalão da administração.

O colunista, claro, torce para que tudo seja devidamente explicado e não passe de fumaça mesmo.

Respostas

Salvo engano do colunista, ninguém acertou o desafio do mosaico, publicado nesta quarta-feira, 19.

Alguns, no entanto, chegaram bem perto.

Assim, o Massimo não dará a resposta hoje não. Logo, logo alguém mata essa charada.

Pergunta

Mas… Enquanto ninguém responde a mais difícil, segue uma mais fácil, retratada numa composição de enorme felicidade da amiga Regina Lo Bianco.

Boa sorte a todos.

Um ano sem Jaburu 1

Na última quarta-feira, 19, fez um ano que Júlio César Seabra Cavalcante, o nosso Jaburu, partiu. Para lembrar e festejar o querido agitador cultural, Chico Figueiredo e amigos convidam para um piquenique no Canto do Jaburu, espaço reservado pelo Country Clube em sua memória, no próximo dia 29, o sábado da semana que vem, a partir das 13h.

Um ano sem Jaburu 2

Artistas de todas as áreas dessa grande família que Jaburu promoveu ao longo de décadas de atividades culturais, estarão reunidos para fazer música, poesia, botar o papo em dia. Bem ao estilo de Jaburu que, além de tudo, era um perfeito anfitrião. Recadinho para os participantes: bebidas e comidinhas típicas de piquenique também serão bem vindas. 

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