Dialogando

Giuseppe Massimo

Massimo

Coluna diária sobre os bastidores da política e acontecimentos diversos na cidade.

sábado, 11 de novembro de 2017

Para pensar:

“É melhor merecer honrarias e não recebê-las do que recebê-las sem merecer.”

Mark Twain

Para refletir:

“No inferno os lugares mais quentes são reservados àqueles que escolheram a neutralidade em tempo de crise.”

Dante Alighieri

Dialogando

A coluna tem aproveitado o apreço que a nova direção da Faol tem demonstrado pelo diálogo para publicar relatos de situações que podem ser melhoradas, tanto no comportamento dos usuários quanto no serviço prestado pela concessionária.

Os dois lados têm tido espaço por aqui, e o Massimo espera que esse debate possa ser longo e frutífero para ambas as partes.

Hoje, é a vez de publicar material enviado por dois leitores.

Embaixador

O primeiro deles foi enviado pelo eterno “embaixador” do Legislativo Municipal, ex-vereador Gustavo Barroso, que mesmo ao longo de seu mandato na Câmara Municipal era notório por utilizar regularmente o transporte coletivo.

Na quarta-feira, 8, Gustavo enviou mensagem ao prefeito Renato Bravo solicitando que as linhas que ligam o Centro ao Alto do Mozer, Alto de Olaria, Cascatinha, Catarcione, Felipe Camarão, Perissê, Sítio São Luiz e Vargem Grande voltem a ter ponto final na Estação Livre.

Ponto final

No dia seguinte, Gustavo procurou o Massimo com a mesma manifestação.

“Torno público meu protesto e pedido para que os ônibus destas linhas voltem a ter ponto final na Estação Livre. Como incentivar o uso do transporte público desta maneira? Muitos dos usuários destas linhas são alunos de escolas na Rua General Osório, e também idosos que precisam se dirigir ao Hospital Raul Sertã e clínicas que se concentram na mesma via. Precisamos que isso seja revisto.”

A propósito...

E já que falamos em transporte público, segue relato enviado por uma leitora.

Como sempre, a coluna abre espaço à concessionária para que se manifeste sobre estes temas, caso assim deseje.

Fala, leitor!

“As pessoas que utilizam o transporte coletivo necessitam de regularidade nos horários, pois estudam, trabalham, têm seus compromissos e hora certa para chegar ao Centro. Faço este relato porque o ônibus para o Bairro Três Irmãos não está mais cumprindo horário. O bairro é um pouco distante da praça de Conselheiro, e lá residem muitas pessoas que precisam do coletivo, uma vez que a maioria trabalha no Centro ou em Olaria.”

Fala, leitor! (2)

“Hoje (sexta-feira, 10), quando perguntei ao motorista por que um ônibus da linha Três Irmãos estava estacionado no ponto havia 15 minutos enquanto os passageiros aguardavam debaixo de chuva pela abertura das portas, o motorista informou que agora o ônibus tem GPS, e que só segue para o Centro quando o fiscal manda. Revoltada, segui a pé pelo bairro São Jorge, onde o ponto estava lotado de pessoas se espremendo sob a marquise de uma igreja, e vi a mesma cena se repetir em meu caminho até Conselheiro.”

Fala, leitor! (3)

“Finalmente consegui pegar um ônibus, faltando apenas 30 minutos para começar meu horário de trabalho. E dentro dele, já lotado pela manhã, outro inconveniente: as pessoas, apertadas e revoltadas pelo atraso, começaram a discutir umas com as outras. Em resumo: chegamos ao Centro molhados, apertados e atrasados, com o risco iminente de que começasse um quebra-quebra a qualquer momento.”

Assina o relato a leitora Gabriela Campos.

Orelha em pé

Muitas orelhas ficaram em pé na sexta-feira, 10, graças à visita de determinada equipe do Judiciário a almoxarifado do município.

É a velha história: cada um sabe o que andou fazendo, e quem não deve não teme.

Hospital do câncer

A contagem regressiva para a perda dos recursos destinados ao hospital de oncologia continua causando apreensão.

O andar da carruagem não inspira confiança, e a verdade é que podemos estar deixando escapar aquele que teria sido o grande presente dos 200 anos de nossa cidade.

Cá entre nós, era hora de parar tudo e fazer barulho.

Inclusive através de nossos representantes municipais.

Ação Social

A Associação de Moradores de Mury vai aproveitar o feriado da próxima quarta-feira, 15, para promover a ação social “Amo Mury”.

A iniciativa tem previsão de ocorrer das 9h às 13h, em frente à Escola Rumo Certo (Avenida Hamburgo, 841), e é descrita como “uma das formas que a associação encontrou, em parceria com a Faculdade Internacional Signorelli, de fazer crescer nos indivíduos a conscientização perante o papel que cada um tem na sociedade”.

Aspas

“Acreditamos que nossa cidade e nosso distrito poderiam ser muito melhores se todos unissem esforços de forma organizada e pacifica, com a disposição de resolver problemas pequenos do dia a dia, mesmo que não sejam de nossa responsabilidade. Imagine como seriam nossas calçadas, escolas, praças e afins se praticássemos tal iniciativa. Assim, surgiu a ideia de uma ação social, dedicada a inspirar uma nova atitude, uma atitude de união”, descreve o informativo elaborado pela organização.

Serviço

A programação prevê a apresentação de 22 músicos, cine clube, oficina de teatro, aferição de pressão, teste de glicemia, contadora de histórias (Vovó Aurélia), corte de cabelo (masculino e feminino, adulto e infantil), maquiagem adulto, manicure, escova capilar e para as crianças, pintura de rosto, mágicas, brinquedos, pipoca, algodão doce, gincana, fluoretação e escovação, além de pediatra atendendo das 10h às 11h30, até o máximo de 15 crianças.

Rádio Teatro

Atores do projeto Rádio Teatro, da Comunidade FM, se juntam neste sábado, 11, a artistas mirins do Loteamento Barroso, no Alto de Olaria, para apresentação da peça “A Ceia”, baseada no código decifrado dos apóstolos de Jesus Cristo.

Será no Espaço Cultural Alin, na Rua Maria da Glória Neno, 88, às 17h, quando acontecerá a festa temática Gnóstica Cristã com muitos comes e bebes árabes, egípcios e judaicos e direito a premiação da melhor performance.

A coordenação é de Wanda Barroso Borges e o convite do ator e produtor, João Francisco, o JF.    

Respeita a serra

E esse clima, hein?

Muita gente sofre com o frio, mas o Massimo ama.

Tem que respeitar essa serra abençoada!

Desafio

Sabe aquele papo de que uma imagem vale mais do que mil palavras?

Pois é, sabemos que não é sempre assim.

A foto de Henrique Pinheiro que ilustrou nosso desafio de sexta-feira, 10, contudo, vale por um milhão.

Recado

Afinal, vejam só, a imagem do vegetal teimosamente agarrado à vida contra todos os prognósticos foi feita justamente em frente ao canteiro de nosso sonhado hospital de oncologia, na Ponte da Saudade.

Que todos os que fizeram mau uso do projeto durmam com esse barulho aí.

Sem vencedores

Coincidência ou não, não tivemos vencedores neste desafio.

Publicidade
Agora Faz
TAGS:

Giuseppe Massimo

Massimo

Coluna diária sobre os bastidores da política e acontecimentos diversos na cidade.

A Direção do Jornal A Voz da Serra não é solidária, não se responsabiliza e nem endossa os conceitos e opiniões emitidas por seus colunistas em seções ou artigos assinados.