Os moleques de Xerém!

Guilherme Alt

Força, glória e tradição

Guilherme Alt é jornalista, colunista e comentarista, além de apaixonado pelo fluminense

quinta-feira, 20 de abril de 2017
Foto de capa
(Foto: Nelson Perez/FFC)

O Fluminense precisou de apenas 16 minutos pra passar o rolo compressor em cima do Goiás. Sim, caros leitores, rolo compressor. Invejosos vão dizer que o Fluminense enfrentou dificuldades, mas foi a dificuldade que enfrentou o Fluminense.

No primeiro tempo, a esquadra tricolor fez o que sabe fazer de melhor: deu emoção ao jogo. Como? Perdeu gols incríveis, cedeu contra-ataques mortais ao adversário e desperdiçou pênalti. Mas tudo foi friamente calculado.

No intervalo de jogo, o técnico Abel Braga deu seu famoso choque de realidade (eu prefiro chamar de esporro tático) nos jogadores. O técnico tricolor mandou o time usar a cabeça e os jogadores levaram a ordem ao pé da letra.

Mal começou o segundo tempo e os tricolores que ajeitavam seu marcapasso (procedimento padrão em cada partida do clube) viram que era noite de festa e não de tensão. O zagueiro Henrique tratou logo de colocar ordem na casa com o famoso “Quem manda aqui sou eu!” e testou pra dentro das redes do Goiás. Poucos minutos depois, o outro zagueiro, Nogueira, também de cabeça, fez o segundo gol e abriu caminho para a vitória tranquila. Até que enfim o Nogueira jogou a favor do Fluminense. Gostamos! Pode fazer outra vez.

O jogo que já era fácil ficou ainda mais tranquilo depois que o lateral direito do Goiás, Tony, foi expulso após homenagear os atletas friburguenses do UFC, Edson Barboza Jr. e Marlon Morais (recém-contratado), dando um chute em Wellington “Ensaboado” Silva. Se estivesse no esporte certo, o lindo golpe teria lhe rendido o segundo melhor nocaute da noite. O primeiro, foi do time tricolor que, com um jogador a mais, aplicou o golpe de misericórdia com o jovem atacante Pedro. Fluminense 3 a 0.

O jogo foi tão tranquilo que eu nem precisei fazer uso do meu amuleto da sorte: Yoshi. Desde que chegou lá em casa, em março desse ano, aquele cachorro não viu o Fluminense perder. E se os juízes deixarem, domingo, eu vou poder abrir a sessão de classificados do A VOZ DA SERRA e ler que sábado o Fluzão despachou o Vasco, rumo ao 33º título Carioca.

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