Lucas Vieira

Lucas Vieira

Discopédia

E se a gente, de repente, pudesse dividir com o mundo a impressão sobre o último CD que ouviu? Ou contar a história sobre a produção de um álbum daquela super banda? É o que faz Lucas Vieira, na coluna Discopédia, todos sábados, no Caderno Light.

O ano finalmente começou para os colecionadores de música brasileira. A Universal Music anunciou que irá retornar com a série “Tons de”, que traz de dois a quatro álbuns dos artistas de seu catálogo, em 2016.

Iniciado em 2012, o projeto trouxe de volta às prateleiras vários discos raros da música nacional remasterizados, sempre trazendo o projeto gráfico original e um encarte com informações sobre o artista, tudo embalado em uma luva de papel, dando aspecto de box.

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The Getaway (2016) – Red Hot Chili Peppers

Sabe aquela velha frase: “tem que saber a hora de parar”? Parece que o Red Hot Chilli Peppers nunca ouviu. Lançado quatro anos após o esforçado I’m With You (2011) -- que marca a saída do guitarrista John Frusciante, dando lugar a Josh Klinghoffer --, The Getaway é o disco de uma banda cansada, que busca outros caminhos, mas o resultado é pouco criativo e sem atrativos.

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Para comemorarmos o dia dos namorados, separei três histórias de casais famosos do rock. Desde parceiros que ficaram juntos até o fim, bem ao estilo felizes para sempre, à relacionamentos desastrosos, o rock está lotado de casos de amor. Para todos os namorados que lêem a Discopédia um feliz dia dos namorados! Aproveitem com paz, amor, felicidade e música o dia de vocês.

Sid Vicious e Nancy Spungen

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Palmas para:

Tommy (Ken Russel, 1975)

Trazendo os integrantes da banda como atores, além da participação de diversos outros músicos da década de 1970 (Elton John, Eric Clapton, Tina Turner e uma premiada Ann-Margrett, que recebu um Globo de Ouro pela atuação), a ópera rock do The Who sobre um garoto cego, surdo e mudo, que era o maior jogador de pinball de todos os tempos virou filme no ano de 1975.

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Personagem da MPB dos anos 1979 e 1980, a carioca Luhli, que protagonizou com Lucina um emblemático duo musical, quando ainda assinava “Luli”, lançou no último dia 4 o clipe de “Talismã”, composição de seu último álbum Música Nova(2014), dirigido por Rafael Saar, através do YouTube.

O clipe está de uma beleza única. Com cores fortes e brilhantes, muito contrastada, as imagens misturam flores, plantas com imagens atuais de Luhli e também Lucina, além de amigos da dupla. É um clipe muito verde e intimista.

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A banda friburguense O Vazio lançou no último mês o álbum Inútil Essencial. Um disco de rock inspirado no som dos anos 1970, com muita raiz de blues e letras muito filosóficas, falando sobre os principais conflitos que rodeiam o interior das pessoas e sobre sua devoção à música. Em entrevista, o vocalista João Vazio contou à Discopédia como foi o processo de concepção desse álbum, que está disponível para audição online em diversos canais, que você pode acessar através da página do Facebook da banda.

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Não foram só os baianos que vieram para o Sudeste - a partir do fim da década de 1960 - sacudir, através da música, a moral e os bons costumes pregadas pela ditadura militar. Nos anos 1970, diversos artistas também do Nordeste surgiram com um viés que misturava sua música regional com as inovações do pop internacional, como a guitarra e os pedais de distorção.

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O mercado de CDs está muito bom para os fãs d’Os Mutantes, banda brasileira fundamental por criar uma identidade nacional de rock na década de 1960. Além da caixa contendo todos os discos da formação clássica da banda em CD ter sido lançada em 2014, chegou recentemente às lojas um box em edição limitada com cinco álbuns da carreira solo de Arnaldo Baptista, o tecladista e baixista da banda que era uma das mentes por trás do grupo.

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Menino Sereia (2015) – Astronauta Marinho

O Astronauta Marinho é uma banda instrumental que surgiu em Fortaleza, no Ceará, em 2011. Em seu mais novo álbum, Menino Sereia, lançado em 2015, o grupo entrega uma música leve, sem muitos virtuosismos ou variações. Dá para ouvir no disco influências do rock progressivo, bandas alternativas e também muitas referências recentes.

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Em 2010 o Pato Fu encarou um desafio novo: criar um disco com versões de músicas conhecidas usando instrumentos de brinquedo. O resultado foi um álbum doce, curioso, e que atingiu seu objetivo de atrair adultos e crianças, mostrando aos pequenos muito além do “Atirei o Pau No Gato”.

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