O ano do cão

Antônio Fernando

Blog do Antônio Fernando

Friburguense, jornalista, 65 anos, taurino e vascaíno. Antônio Fernando atuou em diversos veículos de Nova Friburgo e atualmente é redator das colunas Radar e Impressões onde ele deleita o leitor de A VOZ DA SERRA com suas visões peculiares sobre o mundo.

sábado, 24 de fevereiro de 2018

Linha do Tempo

“Subnutrido de beleza, meu cachorro-poema vai farejando poesia em tudo, pois nunca se sabe quanto tesouro andará desperdiçado por aí...
Quanto filhotinho de estrela atirado no lixo!”

Mario Quintana

“A liberdade é um cachorro vira-lata”

Millôr Fernandes

O ano do cão

2018 será marcado pelo ano do cão de elemento terra, ou ano do cachorro como muitos chamam. Segundo o horóscopo chinês, – o ano novo  que começou em 16 de fevereiro, por causa do calendário lunar – será um período repleto de energias boas para assuntos financeiros e também, um momento que pede mais compaixão e proximidade com amigos e familiares. Esse animal é a representação do cachorro chinês selvagem, o que pode também gerar pequenos bloqueios no caminho, mas não para aqueles que estão determinados a completarem seus objetivos. De elemento terra, a energia do cão de 2018 está conectada diretamente ao lógico e racional, onde ideias e estratégias bem estruturadas encontrarão mais chances de alcançarem o sucesso

Relação homem-animal

A relação entre o homem e os animais (cães, gatos, etc) é extremamente positiva, trazendo benefícios maravilhosos para ambos, mas pode causar dependência. O lado positivo desta relação baseia-se na companhia, na diversão, na redução de tensão e também o animal atua como facilitador social, agregando pessoas, diminuindo assim o isolamento de indivíduos, especialmente nas grandes cidades, em que as relações sociais encontram-se cada vez menos favoráveis entre os humanos.

No entanto, médicos e psicólogos chamam a atenção para exageros, que cada vez mais são comuns nesta relação.

Estes exageros levam à dependência do proprietário para com o seu animal, ou seja, o cão vira o centro da vida da pessoa e seus desejos passam a ser prioridades. Normalmente são pessoas que de alguma forma passaram por decepções ou grandes frustrações na vida.  Existe até aquela máxima muito comum que ouvirmos em nosso dia-a-dia, que é “quanto mais eu conheço do homem, mais eu gosto do cão.”

Alguns indivíduos que estreitam muito esta relação com os seus animais de estimação, especialmente cães e gatos, apresentam a famosa ansiedade de separação, ou seja, são pessoas que inclusive já apresentavam uma predisposição à dependência ou dificuldade de relacionamentos e por isto apresentam grande dificuldade de separar-se do seu bicho, mesmo por pouco tempo, logo dificilmente viajam, passeiam ou têm uma vida social ativa.

Do ponto de vista dos médicos veterinários esta relação antes mesmo de ser danosa para o próprio proprietário, já o é para o animal há muito tempo. Normalmente são animais mimados, inseguros, humanizados, que já apresentam sintomas ou características de personalidade dos seus donos.

Por isto, o bom senso deve sempre prevalecer em quaisquer relações, tendo como ideal o equilíbrio das emoções, evitando-se, assim, um grande erro: tratar os animais como pessoas ou crianças.  

Fontes:
Caesamigos.com.br
Sosanimais.com.br 

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