Energia freiou inflação

Antônio Fernando

Blog do Antônio Fernando

Friburguense, jornalista, 65 anos, taurino e vascaíno. Antônio Fernando atuou em diversos veículos de Nova Friburgo e atualmente é redator das colunas Radar e Impressões onde ele deleita o leitor de A VOZ DA SERRA com suas visões peculiares sobre o mundo.

sexta-feira, 09 de fevereiro de 2018

A queda de 4,73% no custo da energia elétrica em janeiro deste ano foi o principal freio da inflação oficial (0,29%), medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Segundo o IBGE, o recuo das tarifas foi provocado pelo fim da cobrança do adicional de R$ 0,03 para cada quilowatt-hora (kWh) consumido, referente à bandeira tarifária vermelha patamar 1, que vigorava em dezembro. A queda do preço da energia elétrica também foi impactada pela redução da alíquota do PIS/Cofins, em algumas das regiões pesquisadas.

Produção industrial

Dos 15 locais analisados pela Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física (PIM-PF), 12 deles tiveram expansão no índice acumulado em 2017, que fechou o ano com crescimento de 2,5% na média nacional. Os dados foram divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O destaque de crescimento foi o Pará, com 10,1%.

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Também apresentaram crescimento acima da média nacional Santa Catarina (4,5%), Paraná (4,4%), Rio de Janeiro (4,2%), Mato Grosso (3,9%), Amazonas (3,7%), Goiás (3,7%) e São Paulo (3,4%).

Novo reajuste

A Petrobras anunciou que reduzirá os preços da gasolina em 3% nas refinarias a partir hoje, o maior corte desde 17 de novembro, de acordo com comunicado em seu site. No caso do diesel, a Petrobras reduziu desde ontem os preços nas refinarias em 2,6%, maior redução desde 2 de dezembro. O reajuste faz parte da nova sistemática de formação de preços da companhia, em vigor desde julho do ano passado.

Mais transparência

A Petrobras decidiu alterar o sistema de divulgação dos reajustes dos preços da gasolina e do diesel nas suas refinarias. Agora, os anúncios serão com base nos preços médios e não mais por percentuais como vinha sendo feito, tanto para os casos de altas como de redução.

O presidente da companhia, Pedro Parente, informou que a mudança é para dar mais transparência aos reajustes anunciados pela empresa.

Imposto nas empresas

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou um levantamento comparando a carga tributária para empresas no Brasil e em outros países. Segundo o estudo, feito em parceria com a Ernest Young, o Brasil está distante da média mundial de tributação sobre a renda das empresas.

Enquanto a média do imposto sobre a renda pago por empresas nos demais países é cerca de 22,96%, a alíquota no Brasil chega a 34%.

Alimentação mais cara

As famílias brasileiras pagaram mais por alimentação em janeiro. O Grupo Alimentação e Bebidas saiu de uma alta de 0,54% em dezembro para um aumento de 0,74% em janeiro, segundo os dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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O grupo alimentação, que responde por 25% das despesas das famílias, passou de uma contribuição de 0,13 ponto porcentual para o IPCA de dezembro para um impacto de 0,18 ponto porcentual sobre a inflação de janeiro. Os destaques foram as altas do tomate (45,71%) e da batata-inglesa (10,85%).

Reclamações nas aéreas

A Gol foi a companhia aérea com a melhor avaliação em dois rankings nacionais que medem o atendimento prestado aos consumidores. Segundo dados divulgados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a empresa registrou 2.178 reclamações para 29,19 milhões de passageiros transportados ao longo do ano passado, o que corresponde a uma média de 07 ocorrências a cada 100 mil passageiros atendidos.

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Essa foi a melhor média entre as quatro maiores do setor - a segunda colocada, a Avianca, registrou 12 ocorrências a cada 100 mil passageiros transportados (1.179 para 9,82 milhões de passageiros). 

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