Combustíveis caros

Antônio Fernando

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Friburguense, jornalista, 65 anos, taurino e vascaíno. Antônio Fernando atuou em diversos veículos de Nova Friburgo e atualmente é redator das colunas Radar e Impressões onde ele deleita o leitor de A VOZ DA SERRA com suas visões peculiares sobre o mundo.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Combustíveis caros

O preço médio cobrado pelo litro da gasolina no País voltou a subir na semana que terminou no último sábado, 13, e atingiu a marca de R$ 4,183. Com a nova alta, o combustível aparece 2% mais caro do que na última semana de 2017.

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As informações, divulgadas pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), apontam que os valores cobrados pelo litro da gasolina chegam a R$ 5,150. Por outro lado, o preço mais baixo encontrado pela pesquisa com 5.758 postos consultados foi de R$ 3,499.

Bandeira verde

A tarifa de energia elétrica deve permanecer na bandeira verde (sem custo adicional nas contas) até o fim do primeiro trimestre deste ano, afirmou o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho. Segundo o ministro, o volume de chuvas acima da média no fim do ano contribui para a permanência da tarifa.

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O cenário já vinha sendo sinalizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que anunciou, no fim de dezembro, que janeiro terá  bandeira verde.

Coelho Filho disse que as precipitações têm permitido a recuperação dos reservatórios das principais usinas do país. 

Taxas de embarque

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) autorizou um aumento de 4,5833% nas tarifas aeroportuárias dos terminais administrados pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). Estes valores recaem sobre as tarifas de embarque, conexão, pouso e permanência.  Após o reajuste, os consumidores agora poderão pagar uma tarifa máxima de R$ 31,27 em voos domésticos, e não mais de R$ 29,90. No caso do embarque internacional, a tarifa máxima passou de R$ 115,64 para R$ 118,06. A agência autorizou ainda o reajuste nos tetos das tarifas de armazenagem de cargas, de 2,94%. Os novos valores passarão a valer em 30 dias.

Emprego cresce

O emprego na indústria brasileira cresceu 0,3% em novembro na comparação com outubro do ano passado, na série livre de influências sazonais, no segundo mês consecutivo de melhora no emprego. A taxa é a maior registrada desde novembro de 2014, de acordo com a pesquisa “Indicadores Industriais”, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

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“É uma taxa de crescimento mensal que, embora ainda baixa, é a maior desde fevereiro de 2014, quando registrou 0,7%. Já a utilização da capacidade instalada subiu para 78,3%”, diz o documento. Segundo os indicadores, o crescimento de 0,6% no número de horas trabalhadas, reverte a queda registrada no mês anterior, e o aumento de 78,3% da capacidade instalada representa o maior nível desde fevereiro de 2016.

Exportações do agronegócio

As exportações brasileiras do agronegócio somaram US$ 96,01 bilhões em 2017, registrando aumento de 13% em relação ao ano anterior. Com o crescimento do valor exportado sobre as importações, o saldo da balança comercial do setor foi de superávit de US$ 81,86 bilhões ante os US$ 71,31 bilhões registrados em 2016 – o segundo maior saldo da balança do agronegócio da história, inferior apenas ao de 2013 (US$ 82,91 bilhões).

Os dados, divulgados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, mostram ainda que os produtos que mais contribuíram para o aumento das exportações foram o complexo da soja, produtos florestais, carnes, cereais, farinhas e preparações, e o complexo sucroalcooleiro.

Brasil tem mais patentes

O Brasil terminou o ano de 2017 com 6.250 patentes concedidas pelo INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial), segundo um levantamento divulgado pela CNI (Confederação Nacional da Indústria). O resultado registrado no ano passado é o melhor desde o ano 2000, quando o País atendeu a 6.695 pedidos de patentes, na comparação com o ano de 2016, quando o volume de patentes aprovadas no Brasil cresceu 30,9%.

Juros do cheque especial

Pressionados pelo governo, os bancos assumiram o compromisso de adotar novas regras para o cheque especial com objetivo de reduzir os juros aos clientes. A iniciativa foi revelada pelo presidente do BC, Ilan Goldfajn. A ideia é que essa modalidade seja usada por um tempo limite, para evitar que a dívida vire uma bola de neve.

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"O cheque especial é um instrumento que tem de ser estudado e a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) está avaliando mudanças", disse Ilan. "A gente está de olho e, às vezes, é bom que o BC não precise editar norma nenhuma e deixe o sistema fazer", disse. No entanto, segundo ele, se a iniciativa não avançar, o BC adotará medidas para reduzir as taxas.

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