Avanço da inflação

Antônio Fernando

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Friburguense, jornalista, 65 anos, taurino e vascaíno. Antônio Fernando atuou em diversos veículos de Nova Friburgo e atualmente é redator das colunas Radar e Impressões onde ele deleita o leitor de A VOZ DA SERRA com suas visões peculiares sobre o mundo.

quinta-feira, 08 de fevereiro de 2018

Avanço da inflação

A inflação da classe C avançou em janeiro de 2018 em relação a dezembro de 2017, segundo IPC-C1 (Índice de Preços ao Consumidor — Classe 1), divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

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O índice registrou variação de 0,5%, enquanto o mês anterior apresentou queda de 0,03%. O IPC-C1 mede o impacto da inflação para as famílias que possuem renda entre um (R$ 954) e dois e meio (R$ 2.385) salários mínimos. Os gastos com educação e recreação foi a que mais puxou o índice, registrando variação de 2,24%, seguida dos transportes (1,77%) e alimentação (1,19%). 

Impostos da folia

Os brasileiros interessados em curtir o carnaval devem também preparar o bolso para o pagamento de impostos, como PIS, Cofins, ICMS e IPI. Levantamento encomendado pela ACSP (Associação Comercial de São Paulo) ao IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação) aponta que, entre os produtos tradicionais comercializados no Carnaval, as bebidas, como a caipirinha (76,66%), lideram o ranking dos impostos. A camisinha, por outro lado, tem uma incidência bem menor: 18,75%. Confete e serpentina pagam 43,83% de impostos.

Fraudes aumentam

O Brasil encerrou 2017 com 1,964 milhão de tentativas de fraude, uma alta de 8,2% em relação a 2016, segundo pesquisa da Serasa Experian. O número é o maior desde 2015 e representa uma tentativa a cada 16 segundos. De acordo com o estudo, o setor mais afetado é o de telefonia, responsável por 36,5% do total de ocorrências.

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A Serasa credita o aumento no índice de tentativas de golpe ao cenário econômico. “Com o mercado de crédito mais aquecido, é possível que os golpistas estejam mais incentivados a aplicar fraudes, já que momentos de maior fluxo de pessoas podem ser considerados como ambiente propício pelos fraudadores”, explica a instituição, em nota.

Cesta mais cara

O custo da cesta básica de alimentos aumentou nas 20 capitais analisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em sua pesquisa mensal. Em termos de valores, a cesta mais cara foi a de Porto Alegre (R$ 446,69), seguida do Rio de Janeiro (R$ 443,81) e São Paulo (R$ 439,20), enquanto as mais baratas foram as de Salvador (R$ 333,98) e Aracaju (R$ 349,97).

Seguro pagou mais

Dados da Seguradora Líder, administradora do seguro DPVAT, informam que o número de indenizações pagas por morte no trânsito pelo Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre cresceu 23% em 2017, correspondendo a 41.151 indenizações. Em relação aos casos de morte, o destaque fica com São Paulo que está no topo da lista dos estados com maior número de sinistros seguido por Minas Gerais e Ceará. Segundo a Seguradora Líder, no ano passado, mais de 380 mil indenizações foram pagas nos três tipos de cobertura oferecidas pelo DPVAT: morte, invalidez permanente e despesas médicas.

Mordomia reduzida

O governo federal proibiu a compra de passagens na primeira classe e na executiva em viagens a serviço, no país ou ao exterior.  A proibição consta em decreto já publicado. Agora, todos os servidores públicos federais – incluindo autoridades – somente poderão viajar a serviço em voos da classe econômica.

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Segundo o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, antes do decreto, ministros e ocupantes de cargos de natureza especial do Executivo Federal, comandantes e o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas podiam viajar na classe executiva em voos internacionais; já o presidente e o vice-presidente da República podiam voar na primeira classe.

Procura por carro novo

No ano passado, o sistema financeiro liberou R$ 101,1 bilhões para a compra de veículos, com alta de 22,9% na comparação com o ano anterior. Os dados são da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef). Os números superaram a expectativa da associação de negociar R$ 90,6 bilhões nas operações de financiamento e leasing. A Anef aponta a redução da taxa de juros como um dos motivos do aumento da procura por crédito.

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A expectativa da Anef para este ano é que o mercado continue aquecido. A associação estima que o volume de recursos liberados cresça 15,1%, passando de R$ 101,1 bilhões para R$ 116,4 bilhões.

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